Veja mudanças após decisão do STF sobre IPVA


STF decidiu que IPVA deve ser pago no Estado de estância do proprietário
O IPVA deve ser retraído no estância do proprietário do veículo, onde o muito deve ser, de concordância com a legislação sobre o tema, licenciado e registrado. Por maioria de votos, o colegiado do STF desproveu o Recurso Inédito (RE) 1016605, em que uma empresa de Uberlândia (MG) pretendia recolher o tributo no Estado de Goiás, onde havia feito o registro e o licenciamento de veículo de sua propriedade. O recurso tem repercussão universal reconhecida (Tema 708) e afetará, pelo menos, 867 processos sobrestados.
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No STF, a empresa pretendia a reforma de decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) que havia reconhecido a legitimidade do estado para a cobrança do imposto. Segundo o item 1º da Lei estadual 14.937/2003 de Minas Gerais, a cobrança do IPVA independe do sítio de registro, desde que o proprietário seja domiciliado no estado.
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Guerra fiscal por IPVA
Prevaleceu, no julgamento, o voto do ministro Alexandre de Moraes. Ele recordou que o IPVA foi criado em 1985 por meio de emenda constitucional e repetido na Constituição de 1988. A justificativa é remunerar a localidade onde o veículo circula, em razão da maior exigência de gastos em vias públicas – tanto que metade do valor arrecadado fica com o município, porquê prevê o item 158. O ministro assinalou ainda que o Código de Trânsito Brasílico não permite o registro do veículo fora do estância do proprietário. “Ou seja, licenciamento e estância devem coincidir”, afirmou.
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No caso dos autos, o ministro observou que se trata de um “típico caso de guerra fiscal”, em que estados que pretendem ampliar a arrecadação reduzem o IPVA. Com falsas declarações e com a intenção de recolher um imposto menor, o tributário alega ser domiciliado num determinado estado quando, na verdade, reside em outro. “Se a legislação estabelece que só se pode licenciar em determinado estância, e o veículo está em outro, evidentemente há fraude, destacou.
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Para o ministro Alexandre, o Estado de Minas Gerais, na pouquidade da lei complementar sobre a material, legislou a termo de dar cumprimento ao Sistema Tributário Vernáculo (Lei 5.172/1966), respeitando a estrutura do IPVA e a legislação federalista sobre a obrigatoriedade de licenciamento no estância do proprietário. Acompanharam a divergência os ministros Rosa Weber, Cármen Lúcia, Luiz Fux, Dias Toffoli e Gilmar Mendes.
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Ficaram vencidos os ministros Marco Aurélio (relator), Edson Fachin, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Luís Roberto Barroso, ao votarem pela enunciação da inconstitucionalidade do dispositivo da norma estadual.
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