Avaliação: já aceleramos o incrível Jeep Renegade híbrido 4xe, que faz 45 km/l (mas será viável no Brasil?)


O Jeep Renegade híbrido, na verdade batizado Renegade 4xe (quatro por e), acaba de ser lançado na Europa. E nossa parceira, a Quattroruote, já fez um primeiro teste, na Itália, do padrão que faz médias de incríveis 45 km/l e pode rodar mais de 40 km sem gastar uma única pingo de combustível.
Mas um Jeep que se liga na tomada? Estranho. Porque, desde o início do mundo, os veículos off-road estão intimamente ligados à mecânica. Motores térmicos com torque avassalador, diferenciais bloqueáveis, marchas reduzidas: praticamente tudo que você precisa para passar sem dificuldade pelas situações mais difíceis.

E você não acreditaria que, a bordo de um Jeep Renegade híbrido recarregável, obstáculos porquê os espalhados no trajectória off-road do campo de provas da FCA em Balocco, Itália, poderiam ser superados. Pelo contrário: quando as coisas se complicam, o Renegade 4xe Trailhawk não demonstra que pesa 200 kg a mais do que o 2.0 Multijet vendido atualmente no Brasil. 
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O Jeep Renegade híbrido graduação quase qualquer lugar, passa por alagamentos (no sumo com 40 cm de profundidade) e é capaz de enfrentar enormes desafios mostrando a mesma naturalidade do seu irmão a diesel.

GALERIA – Jeep Renegade híbrido 4xe

INTEGRAL À SUA MANEIRA
O sistema do Jeep Renegade híbrido, compartilhado com o Compass 4xe, consiste em um motor-gerador que dá partida no motor térmico – o motor turbo a gasolina FireFly de quatro cilindros e 180 cv  com distribuição MultiAir, que movimenta as rodas dianteiras –, dá uma mão na aceleração e ainda ajuda a recarregar a bateria.
 Sob o assoalho da secção do porta-malas do Jeep Renegade híbrido, há também uma unidade elétrica de 44 kW (60 cv) (da GKN) com diferencial integrado, que transfere o movimento para o eixo traseiro. Desta forma, é provável ajustar o torque traseiro com grande precisão: uma ajuda importante para superar as partes mais difíceis da pista.

A bateria de íons de lítio de 11,4 kWh é dividida em duas partes: uma ocupa o lugar tradicionalmente reservado para o eixo de transmissão, que não é necessário cá, e a outra é colocada sob o assento traseiro. Esta formato única, no entanto, rouba quase 19 litros do tanque e tapume de vinte litros da capacidade do porta-malas.
MUDANDO O CARÁTER
Três modos de transporte podem ser selecionados a partir dos botões no tela: ao partir, o Jeep Renegade híbrido, ou 4xe, é ajustado porquê Hybrid, com os motores sendo gerenciados com totalidade autonomia.
Ao apoucar o botão elétrico, por outro lado, o SUV esquece o quatro cilindros e viaja exclusivamente com a robustez da bateria, andando a até 130 km/h,  e por um sumo de tapume de 40 km.
A terceira possibilidade chama-se E-Save, e é útil se, depois de uma longa viagem, você que fazer um trajectória urbano: pode optar por rodar só com gasolina, “congelando” assim o nível de fardo da bateria, ou reabastecer o acumulador até 80% de sua capacidade, usando a térmica porquê gerador (exatamente porquê faz o Volvo XC40 híbrido; leia cá).

Finalmente, há um quarto modo de transporte, esse sem precedentes, selecionável pelo botão Selec-Terrain: o Sport, que aumenta a fardo na direção e torna a resposta do trem de força ainda mais robusta.
Zero revolucionário no cenário de plug-ins, porém. A venustidade, no entanto, é que, apesar da opulência de configurações e da possibilidade de escolher entre dois níveis de carregamento regenerativo na frenagem, o Jeep Renegade 4xe não mostra nenhum tipo de deficiência: parece muito com um Renegade movido a gasolina com transmissão automática de dupla embreagem (o 1.3 turbo europeu, não nosso arcaico 1.8).
Se o  motorista quiser, pode sentir todos os 240 cv de potência disponíveis: a mecânica híbrida responde de forma reluzente às demandas do motorista, acelerando de 0-100 em 7s1, embora com um notório ronco do quatro cilindros em aceleração totalidade. Outrossim, o remate e a direção mantêm um sabor turístico, do qual não dá para reclamar.
Até porque o Renegade híbrido é muito encantador, também por outras qualidades. Um exemplo? O consumo médio (dito) é de mais de 45 km/l. Para chegar perto desses resultados, entretanto, a bateria deve ser recarregada com frequência.
Voltando à direção, fui convicto pela modulação da frenagem, clássico calcanhar de Aquiles dos híbridos: neste Jeep, você pode dosar a força no pedal com muita precisão. A transmissão automática de seis marchas, por sua vez, poderia ser mais suave em ação, mesmo que, no universal, não cometa erros gritantes quando chamada a escolher marchas. E, no modo manual ele se defende, apesar da escassez dos remos você não joga a seu obséquio.
O vinda da eletrificação, que se espalhará por toda a risca da marca dentro de alguns anos, não trouxe mudança significativa para o Renegade do ponto de vista estético. A marca se limitou a dar a ele leves toques azuis nos logotipos 4xe, nos emblemas da Jeep e nas inscrições com o nome do padrão, localizados na secção subalterno das portas dianteiras.
ENCONTRE AS DIFERENÇAS
O Jeep Renegade 4xe não tem grandes mudanças no habitáculo: as formas do tela continuam as mesmas de sempre (e o peso dos anos, para ser sincero, começa a ser sentido), muito porquê o espaço, adequado para quatro pessoas. 

Detrás do volante, porém, aparece uma novidade instrumentação, com um inédito display tingido de 7″, referto de informações. Além do sistema multimídia Uconnect, com Android Auto e Apple CarPlay exclusivamente via cabo, há uma série de menus relativos ao funcionamento do sistema híbrido e à gestão de robustez, que podem ser visualizados de forma bastante clara no tela tátil de 8,4 polegadas.

Na Europa, o Jeep Renegade híbrido tem ajudas eletrônicas de segurança porquê o sistema que detecta o cansaço do motorista, que estreia agora na risca Jeep. Por termo, uma nota sobre o sítio de produção: tal porquê o Compass 4xe, levante Renegade nasceu nas linhas da fábrica de Melfi, que foi recentemente remodelada.
NO BRASIL?
É de lá que ele deve vir, importado para o Brasil, ainda levante ano ou no próximo. Preço? Na Europa, levante Trailhawk 4xe estimado, com incentivos do governo, custa menos de 10% a mais que a mesma versão a diesel – são € 41.500, o que, em conversão direta, dá assustadores R$ 260.000.
Resultado da desvalorização do real. Um Trailhawk a diesel, que cá custa R$ 158.290, enquanto lá sai pelo equivalente a R$ 236 milénio. Ou seja: ou a marca vai perder moeda, ou terá que produzir o padrão cá, ou desistir de sua importação. Se conseguissem, porquê na Itália, ter um preço 10% supra do padrão Trailhawk a diesel, poderia partir de R$ 180 milénio — um valor que dá para considerar. Mas nem é preciso expressar vender o Jeep Renegade híbrido cá por R$ 260 milénio seria totalmente inviável.
FICHA TÉCNICA – JEEP RENEGADE HÍBRIDO (4xe)
Preço (Trailhawk): € 41.500Motor: 4 cilindros em risca 1.3, 16V, turbo, injeção direta, comando variável com comando hidráulico (MultiAir) + elétrico síncronoCilindrada: 1332 cm3Combustível: gasolina + bateriasPotência: 180 cv a 5.750 rpm + 60 cv = 240 cvTorque: 27,7 kgfm a 1.850 rpm = 25,5 kgfmCâmbio: automático, seis marchasDireção: elétricaSuspensão: MacPherson (d/t)Freios: disco ventilado (d) e disco sólido (t)Tração: integral elétricaDimensões: 4,232 m (c), 1,805 m (l), 1,714 m (a)Entre-eixos: 2,570 mPneus: 215/60 R17Porta-malas: 253 litrosTanque: 41 litrosPeso: 1.770 kg0-100 km/h: 7s1Velocidade máxima: 199 km/hConsumo médio: 45,5 km/l
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