Autopilot: Tesla vai mal nos testes de sistemas de assistência ao motorista do Euro NCAP


O Euro NCAP apresentou os resultados dos primeiros testes realizados com os novos protocolos de teste para sistemas semiautônomos — de auxílio ao motorista, direção assistida ou assistência de direção. E a Tesla, que vende seus carros há tempos com o polêmico sistema chamado “Autopilot”, se saiu mal — a encetar pelo seu nome.
Dez carros diferentes com tecnologias de nível 2 (confira cá os diferentes níveis de automação dos carros) foram examinados pelo órgão europeu de segurança veicular. Os testes foram feitos com as funções “Highway Assist”, ou seja, sistemas que auxiliam o motorista na meio em estradas, mantendo a trajetória e intervalo dos demais veículos presentes (uma vez que o ACC).
Os testes realizados pelo Euro NCAP são pontuados em quatro níveis (very good, good, moderate and entry — muito bom, bom, moderado e vital). São, portanto, diferentes dos usados nos testes de colisão (com classificação de até cinco estrelas).
COMO É O TESTE
Os resultados dos testes da Euro NCAP para a avaliação dos sistemas de assistência ao motorista, ou direção assistida, foram examinados em uma combinação do regulador de velocidade ativo, ou ACC (também divulgado uma vez que piloto automático adaptativo ou controle de velocidade de cruzeiro ativo) — que ajusta a velocidade do sege em função da velocidade definida pelo condutor e dos veículos que circulam à sua frente) e do sistema de manutenção de trajetória (também divulgado uma vez que assistente ativo de tira, assistente ativo de manutenção em tira, etc.).

O trabalho é realizado há dois anos, mas agora usa novos procedimentos que não somente verificam a eficiência dos aparelhos (uma vez que em 2018), mas também outros aspectos — a encetar pela notícia preparada pelas Casas para publicar estes sistemas. E é aí que o bicho pega para a Tesla.
PROPAGANDA ENGANOSA
O nome também importa. Porquê aponta o Euro NCAP, ele pode ser propaganda enganosa: definir o Autopilot Tesla uma vez que um dispositivo que não exige aa atenção jacente do condutor (conforme exigido pela regulamentação europeia em vigor) pode induzir o condutor a desmandar do sistema, criando situações perigosas.
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Por isso, o órgão avalia também o nome do sistema e e sua descrição em materiais destinadas ao público e nos manuais de uso do sege. Outro ponto dos testes de assistência à meio é a indicação do estado do sistema (por exemplo, se está ativado ou desativado). E também é considerada a monitorização da atenção do motorista e as ações do sistema em caso de distrações.

Por termo, a instituição analisa também o comportamento dos sistemas em seguida uma mediação do condutor na direção — por exemplo, para evitar um buraco: o ideal é aquele que colabora, ajuda nas intenções do condutor e retoma o sistema em seguida a manobra de evasão.
Outros ponto julgado está na adaptabilidade automática do regulador de velocidade ativo aos limites de velocidade e às características da estrada (por exemplo, no caso de curvas) e ao comportamento do sege no caso de um veículo mais lento entrar na sua frente.
OS RESULTADOS
Entre os carros submetidos aos testes Euro NCAP, os melhores resultados foram obtidos por três alemães: Audi Q8, BMW Série 3 e Mercedes-Benz Classe G obtiveram as notas mais altas, com quatro pontos de quatro e a classificação “muito bom”. Os três pontuaram, respectivamente, 78%, 82% e 85% nos testes de interação de sistemas com o motorista e 84%, 90% e 89% nas tecnologias de base à segurança do veículo.

Euro NCAP sistemas se auxílio ao motorista

O único protótipo que obteve três dos quatro pontos, com a classificação “bom”, é o Ford Kuga, que obteve 66% nos testes de cooperação homem-máquina e 86% nos testes de segurança.
 

A avaliação foi “moderada”, no entanto, para o Nissan Juke (52% e 72%), Volvo V60 (71% e 50%), Volkswagen Passat (76% e 61%) e, surpreendentemente, também para o Tesla Protótipo 3 — punido principalmente pela nome “enganoso” do sistema de assistência ao motorista e pela falta de envolvimento do condutor.
O Tesla, aliás, teve somente 36% na avaliação da interação do Autopilot com o motorista, mas se recuperou com os 95% na seção Safety Backup (backup de segurança) — a maior pontuação registrada pelos dez carros testados. Por termo, o Euro NCAP avaliou os sistemas de assistência do Peugeot 2008 (61% – 40%) e do Renault Clio (62% – 43%) uma vez que somente uma vez que “básicos”.

 
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