Nova gasolina não terá preço maior em São Paulo


Novidade gasolina brasileira não deve ter aumento de preço em São Paulo
A novidade gasolina brasileira com mais qualidade não terá preço maior em São Paulo. A informação é do jornal O Estado de S. Paulo em seguida consulta com  quase uma dezena de postos de combustíveis na capital paulista. De pacto com a reportagem, o novo combustível não terá um aumento súbito no preço.
Petrobras inicia venda da novidade gasolina brasileiraNova gasolina brasileira chega em agosto e com preço maior
A Escritório Pátrio do Petróleo, Gás Procedente e Biocombustíveis (ANP) não regula, comenta ou faz projeções sobre preços desde 2002. De pacto com José Alberto Paiva Gouveia, presidente do Sindicato do Negócio Varejista de Derivados de Petróleo do estado de São Paulo (Sincopetro), não houve subida. “O petróleo é o mesmo. O procedimento de fabricação da gasolina é o mesmo. Portanto, não há motivo para aumentar o preço da novidade gasolina em São Paulo.”
Novidade gasolina: mais qualidade e dificuldade de adulteração
O padrão da novidade gasolina automotiva brasileira teve aumento de qualidade obrigatório em 3 de agosto deste ano. A partir das mudanças, os motoristas devem obter desempenho maior dos veículos, e a fiscalização terá mais facilidade de identificar adulterações.
Região Sudeste tem a gasolina mais rosto do PaísGasolina generalidade, aditivada, premium ou etanol? Escolha notório
A mudança se deve à Solução nº 807/2020, publicada pela ANP. O texto estabelece novos parâmetros para a destilação, a octanagem e a tamanho específica da gasolina automotiva vendida no país. Especialistas ouvidos pela Escritório Brasil explicam o que cada uma dessas mudanças significa e porquê os motoristas vão se beneficiar delas.
A partir de 3 de agosto, 100% da gasolina comprada pelas distribuidoras passaram a precisar atender às especificações. Essas empresas têm 60 dias para vender os produtos que foram comprados antes e não atendem às exigências. Da mesma forma, os postos de gasolina têm 90 dias, a partir de 3 de agosto, para vender os produtos que receberam antes de as especificações se tornarem obrigatórias.
Os SUVs mais econômicos do Brasil 2020: Tracker na liderançaChevrolet Onix Plus é o carruagem mais econômico do Brasil
A doutora em química e técnico em regulação da ANP Ednéia Caliman conta que a mudança aproxima o padrão da novidade gasolina brasileira ao que é praticado na União Europeia, que já havia sido escoltado por países porquê a Argentina e o Chile. Os parâmetros também ficarão mais parecidos com os usados nos Estados Unidos.
“A gasolina está sendo melhorada para que os motoristas não sintam problemas com a qualidade, não sintam perda de potência, não sintam falhas de partida, não observem problemas de irregularidade de explosão. Não há premência de nenhum ajuste nos veículos para o recebimento dessa gasolina. Muito pelo contrário. Ela está vindo justamente para se adequar às novas tecnologias e mesmo para um veículo velho, não há nenhum problema”.
Veja fotos do Onix, o mais econômico do País

Ednéia Caliman explica ainda que as mudanças estão alinhadas aos atuais requisitos de consumo de combustível dos veículos e de níveis de emissões atmosféricas, considerando o cenário fases futuras do Programa de Controle de Emissões Veiculares (Proconve – Ibama) e do Programa Rota 2030 – Mobilidade e Logística, do governo federalista.
Densidade
Uma das principais mudanças é o estabelecimento de um limite mínimo de tamanho específica para a gasolina automotiva. A partir de agosto, a novidade gasolina brasileira vendida às distribuidoras precisará ter 715 quilos por metro cúbico. Antes, os fornecedores só precisavam informar os valores desse parâmetro, e a exiguidade de um limite mínimo fazia com que a gasolina vendida no Brasil fosse menos densa que a de outros mercados.
Veja fotos do Tracker, o SUV mais econômico

A tamanho específica da gasolina está relacionada à sua densidade, e quanto maior ela for, maior é a capacidade de um mesmo volume de combustível gerar vontade. A gasolina mais densa tem mais vontade disponível para ser convertida no momento da esbraseamento, e isso fará com que os veículos sejam capazes de circunvalar mais com menos combustível. A redução do consumo poderá ser de 4% a 6%, estimam os estudos que embasaram a mudança publicada pela ANP.
Outra novidade nas especificações é o estabelecimento de uma tira com limite sumo e mínimo de temperatura para uma evaporação de 50% da gasolina, parâmetro que é chamado de destilação e mede a volatilidade do combustível. Antes, a ANP regulava unicamente o limite sumo. Edneia Caliman explica que um perfil adequado de destilação gera melhora na qualidade da esbraseamento em ponto morto, na dirigibilidade, no tempo de resposta na partida a insensível e no aquecimento adequado. Esses ganhos favorecem a eficiência do motor, resume a técnico da ANP.
Resistência à explosão
A terceira mudança mais relevante nas especificações é na mensuração da octanagem, que é importante para controlar a resistência da gasolina à explosão. Quando o combustível tem uma octanagem adequada, ele resiste mais à explosão, o que faz com que ela ocorra unicamente no momento notório dentro do motor. Esse parâmetro evita um problema espargido porquê batida de pino, uma ignição precoce que culpa danos ao motor.
Antes da solução publicada neste ano, só havia especificação prevista no país para a octanagem MON e o índice de octanagem (IAD), que é a média aritmética entre as octanagens MON e RON. A diferença entre as duas medições é que a octanagem MON mede a resistência à explosão em uma rotação mais subida, e a octanagem RON mede o mesmo parâmetro em rotações mais baixas.
Edneia explica que a evolução do conhecimento sobre os combustíveis permitiu concluir que o controle da octanagem RON é mais relevante que o da MON, e por isso as novas especificações exigem um mínimo de octanagem RON, que é de 92 para a gasolina generalidade, e de 97 para a gasolina premium. A partir de janeiro de 2022, o limite mínimo para a gasolina generalidade subirá para 93.
Técnico em combustíveis da Petrobras, Rogério Gonçalves conta que a empresa começou a apropriar suas refinarias para atender às especificações desde a publicação da solução e já está cumprindo as exigências que se tornarão obrigatórias em 3 de agosto.
A estatal é a maior fornecedora do combustível no país, e Rogério afirma que, além de já atender à especificação que vai iniciar a vigorar oriente ano, a Petrobras se antecipou em relação à octanagem e já está produzindo a gasolina nos moldes do que será exigido para esse parâmetro em 2022.
Veja também
+ A livraria básica do motociclista cool

+ Tomografia revela que múmias egípcias não são humanas

+ Varão compra Lamborghini em seguida fraude em auxílio emergencial

+ Os 20 carros 1.0 mais econômicos do mercado brasiliano

+ Restaurar um carro: quanto custa e quanto ele pode valorizar





Fonte

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

quatro − 3 =