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O Chevrolet Tracker 2015 foi a segunda geração do SUV compacto da GM no Brasil, sendo que a primeira fora o padrão derivado do Suzuki Grand Vitara, surgido no início dos anos 2000. Ele chegou em 2013.Fundamentado em um projeto global da General Motors, o Tracker teve alguns irmãos com a mesma arquitetura, porquê o Buick Encore e o Opel Mokka, sendo vendido nos EUA porquê Chevrolet Trax.Fabricado no México para o mercado brasílio, o Tracker teve ainda sua produção em diversos países do mundo, porquê Coreia do Sul, China e Uzbequistão. Foi vendido também pela Holden na Austrália.Foi um projeto interessante para a GM, pois, antes disso, só dispunha de associações com a Suzuki para ter seus utilitários esportivos menores. A plataforma Gamma II também sustentou outros projetos da GM, mormente no Brasil. VEJA TAMBÉM:Suzuki Vitara 2020: detalhes, preço, fotos, motor (e equipamentos)Chevrolet Captiva (anos, versões, modelos, motores, consumo)Tracker 2019: preços, versões, desempenho, ficha técnica, fotos, etcAqui, uma versão simplificada foi criada para sustentar boa secção da gama da Chevrolet, incluindo os modelos Onix, Prisma, Cobalt e Spin, que foram o sustentáculo da marca americana no mercado pátrio.Restringido por cotas de importação, o Tracker 2015 chegou a vender menos que a Captiva, também importada daquele país e disputou espaço até com o Equinox.Cá, o Chevrolet Tracker chegou com o mesmo motor Ecotec 1.8 usado pelo Cruze pátrio, que era fabricado em São Caetano do Sul, na primeira geração. Oriente propulsor tinha a mesma calibração nos dois modelos.Assim, ele entregava também 140 cavalos na gasolina e 144 cavalos no etanol, tendo ainda transmissão automática de seis marchas GF6. Por cá, a GM decidiu não malparar outra motorização, que no México era a 1.6 Ecotec.Oriente último era o mesmo que equipou cá o Sonic, também trazido do país dos Astecas. Dissemelhante do A18XER, o motor do Cruze, o A16XER entregava 115 cavalos na gasolina e tinha até câmbio manual de cinco marchas.Porquê o Tracker 2015 é um carruagem pesado, tendo 1.390 kg só na versão 1.8, esta opção cá seria fraca de mais e viraria mico, assim porquê fora com o Sonic. Outra opção era mais interessante, porém, mais faceta.Tratava-se do Tracker Turbo, que tinha motor A14NET 1.4 litro com turbocompressor e injeção direta de combustível, que entregava os mesmos 140 cavalos com gasolina do 1.8, porém, tinha 20,4 kgfm, o que era ainda pouco para sua proposta.Era vendido principalmente nos EUA, ficando cá unicamente o 1.8. O Chevrolet Tracker teve ainda duas motorizações a diesel, sendo a 1.7 CDTI com 130 cavalos e a mais moderna, a 1.6 CDTI com 136 cavalos, o mesmo do Equinox americano.No facelift de 2017, o Tracker passou a adotar o motor A14NET modificado, que chegou cá com 150 cavalos na gasolina e 153 cavalos no etanol, adotando assim a tecnologia flex. O motor é o mesmo da segunda geração do Cruze.Oriente passou a ser fabricado na Argentina e, qualquer tempo depois, o motor também passou a ser feito lá. O Tracker mexicano seguiu sua trajetória até a novidade geração, que chegou em 2020 ao Brasil, no início da pandemia de coronavírus.O terceiro Tracker é um projeto que envolve a plataforma global VSS-F, que deu origem a vários modelos na China e cá, porquê os novos Onix e Onix Plus. Agora fabricado em São Caetano do Sul, o brasílio substitui o mexicano até em lar.O vetusto Tracker deixou de ser produzido em San Luis de Potosí, que passou a fazer o Onix Sedan (Plus no Brasil). O Opel Mokka e o vetusto Buick Encore também saíram de traço.Apesar de ter sido produzido no México, o Chevrolet Tracker poderia ter sua produção no Brasil. A própria GM confessou posteriormente que se equivocou ao imaginar que a demanda pelo SUV compacto seria baixa.Depois dois anos, a montadora percebeu que, em vez de vender 12.000 unidades por ano, limite da prestação imposto pelo conformidade automotivo com o México, poderia ter vendido anualmente 40.000 exemplares feitos no Brasil.Porquê o projeto não foi vislumbrou a unicamente dois anos depois é que a “ficha” caíra, a GM não tinha mais porquê mudar os planos e produzi-lo no Brasil. A marca errou e o Tracker não passou de uma promessa, cumprida unicamente na novidade geração.Tracker 2015 – detalhesCom linhas musculosas, o Tracker 2015 era um carruagem significativo, tendo traços que o ligavam diretamente ao Cruze, embora ambos não tivessem a mesma plataforma, com o sedã médio sendo feito sobre a Delta II.A frente tinha faróis grandes, que possuíam dupla parábola e piscas dividindo a lente. Vinha ainda com grade medial preta com barra na cor do carruagem, sustentando a gravata dourada da Chevrolet.Os entornos da grade vinham com frisos cromados. As molduras laterais eram pretas e tinham faróis de neblina circulares. Havia ainda uma pequena ingresso de ar e protetor subalterno de cor cinza.Toda a base da carroceria era preta, incluindo as saias de rodas. O Tracker chamava atenção pelos para-lamas abaulados, que davam um corpo mais volumoso ao padrão.Os retrovisores também colaboravam para isso, sendo grandes e apoiados em pescoços sobre a lataria das portas. Com colunas C reforçadas, o SUV compacto da GM tinha ainda colunas B pretas e maçanetas cromadas.Ele tinha ainda rodas de liga ligeiro aro 18 polegadas e pneus 215/55 R18, tendo esse conjunto um imagem de cinco raios e aperfeiçoamento metalizado. Na traseira, as lanternas eram verticais e grandes.A tampa do bagageiro tinha defletor de ar no teto com aperfeiçoamento em preto luzidio, que também envolvia as laterais da vigia, que vinha também com lavador e limpador, muito porquê com desembaçador.A tampa tinha ainda um enorme cromado com o logotipo da Chevrolet e iluminação para a placa, logo inferior. Um puxador ficava na secção subalterno da mesma.Já o para-choque era todo preto e tinha refletores pequenos, além de protetor subalterno em cinza. No teto, barras longitudinais e antena pronunciada, davam as caras.Por dentro, o Tracker 2015 tinha aperfeiçoamento em dois tons, sendo o cinza o principal, enquanto os detalhes ficavam em preto. Assim porquê nos Onix, Prisma, Cobalt e Spin, o cluster era análogo-digital com conta-giros de ponteiro vermelho.O display do dedo era na cor Ice Blue e vinha com velocímetro, nível de combustível, temperatura da chuva e computador de bordo. O pintura exibiu o layout dual cockpit, o mesmo empregado no Cruze da idade.A secção medial do pintura era preta e vinha com um porta-objetos no topo com tampa, assim porquê difusores de ar simples e dois espaços que pareciam prontos para receber moedas, porém, eram unicamente decorativos.A multimídia MyLink ainda era da primeira geração, mas já vinha com Google Android Auto e Apple CarPlay, mas sem OnStar. Tinha ainda câmera de ré e gestão de mídia, mormente porque se podia usar Google Música ou Spotify.Os navegadores Google Maps e Waze foram muito úteis no Tracker 2015. No conjunto, os difusores laterais era circulares e tinham aperfeiçoamento cromado. Havia também um segundo porta-luvas em cima e com tampa, no lado do passageiro.O subalterno era maior e tinha aperfeiçoamento preto. Já ao núcleo, o console subalterno tinha comandos manuais de ar condicionado e luzes-espia. Havia um pequeno porta-objetos e manadeira 12V.Uma ingresso USB ficava dentro do pequeno porta-luvas superior. Na base da alavanca, o aperfeiçoamento era em cinza luzidio, assim porquê da própria alavanca. Esta vinha com um botão para trocas manuais no modo M.O volante era padrão da Chevrolet e tinha aperfeiçoamento em pele costurado, além de detalhes em cinza luzidio e comandos de mídia, telefonia e controle de cruzeiro. Tinha ajuste em fundura e profundidade, além de assistência elétrica.O computador de bordo era ajustado pela haste dos piscas. As portas tinham aperfeiçoamento em preto e cinza, com os comandos dos vidros elétricos one touch inclinados numa base, junto com o acionador dos retrovisores elétricos.Ou por outra, os bancos vinham com aperfeiçoamento em pele com costuras aparentes e em cinza, com contornos em preto. O assento do motorista tinha ajuste de fundura e escora de braço retrátil. Os porta-copos ficavam entre os bancos dianteiros.Detrás, o banco era bipartido e tinha escora de cabeça para os passageiros nas portas, pois o medial era subabdominal, mas os cintos de segurança era todos de 3 pontos. Tinha ainda Isofix e escora de braço medial com porta-copos.Nessa secção do Tracker 2015, o aperfeiçoamento das portas era mais simples e tinha unicamente a cor preta preponderante. Já o porta-malas era o calcanhar-de-aquiles do SUV da Chevrolet, tendo unicamente 306 litros até a fundura dos vidros.Tinha tampa no assoalho para dar aproximação ao estepe, iluminação e podia ser ampliado com o banco traseiro bipartido. Era todo acarpetado e tinha porta-objetos laterais.O Tracker 2015 tinha ainda teto solar elétrico com persiana manual e airbags laterais, além dos frontais duplos obrigatórios, assim porquê freios ABS com EDB. Faltava controles de tração e firmeza, além de assistente de rampa.Tracker 2015 – versõesO Tracker 2015 tinha duas versões, sendo a LT de aproximação com alguns itens a menos, entre eles piloto automático, por exemplo. Sem volante multifuncional, parecia mais uma versão LS de tão básica.Já a LTZ era muito completa e tinha até teto solar. mas, o Tracker pecava por não dispor de mais itens de segurança e conforto, sendo um carruagem que nunca teve um pacote realmente completo até perto do termo dessa geração.Chevrolet Tracker LTChevrolet Tracker LTZEquipamentosChevrolet Tracker LT – Motor 1.8 com transmissão automática de seis marchas, mais ar condicionado, direção hidráulica, poste de direção ajustável em fundura e profundidade, vidros elétricos nas quatro portas, travamento medial elétrico, retrovisores elétricos, sistema de áudio com CD player, aperfeiçoamento interno em cinza, rodas de liga ligeiro aro 16 polegadas, lavador e limpador do vidro traseiro, desembaçador traseiro, banco traseiro bipartido, apoios de cabeça para quatro pessoas, cintos de 3 pontos para todos, faróis de neblina, retrovisores e maçanetas na cor do carruagem, bancos em tecido, porta-luvas facilitar com botão de sinceridade, banco do motorista com ajuste em fundura, Bluetooth, MP3, computador de bordo, lanterna de neblina, barras longitudinais no teto, entre outros.Chevrolet Tracker LTZ – Itens supra, mais multimídia MyLink com tela de 7 polegadas sensível ao toque, câmera de ré, volante multifuncional em pele, bancos em pele, portas em pele, piloto automático, teto solar elétrico, escora de braço no banco traseiro, rodas de liga ligeiro aro 18 polegadas, pneus 215/55 R18, navegador GPS, banco do motorista com escora de braço.Preços Os preços do Tracker 2015 sofreram um bom aumento em relação à idade do lançamento. O SUV compacto da GM chegou em 2013 custando R$ 71.990, mas dois anos depois, já estava perto de R$ 100 milénio.Para trazer de volta os consumidores, a GM lançou a versão LT com preço menor, próximo do lançamento de 2013, mas, com escassez de equipamentos fundamentais.Chevrolet Tracker LT – R$ 76.990Chevrolet Tracker LTZ – R$ 95.740Tracker 2015 – motorO motor A18XER é um projeto global da GM, que foi tocado pela engenharia da Opel. Fez secção de uma família com tecnologia Ecotec que derivou variantes com 1.6 litro e 1.4 turbo, todos a bordo do Tracker 2015.Construído em alumínio, o A18XER tinha 1.796 cm 3 de volume, o mesmo do velho motor Família II da GM. Em veras, essa geração é a evolução das “Famílias” oriundas na Opel dos anos 80.Tendo cabeçote com duplo comando de válvulas, com variação na recepção, sendo as quatro válvulas por cilindro acionadas por correia dentada. O propulsor 1.8 tem injeção eletrônica multiponto com tecnologia.Com taxa de compressão de 10,5:1, o A18XER entregava 140 cavalos na gasolina e 144 cavalos no etanol, ambos a 6.300 rpm, enquanto o torque era de 17,8 kgfm na gasolina e 18,9 kgfm no etanol, ambos a 3.800 rpm.O câmbio automático era o GF6 de seis marchas e com conversor de torque. É uma caixa de transmissão muito confiável e é a base dos carros da Chevrolet no Brasil, equipando quase todos, com exceção de S10 e Trailblazer, além de importados.Tinha unicamente mudanças manuais feitas por um botão junto da alavanca, em posição ergonomicamente ruim e unicamente no modo M, que também elevava o giro e esticava as marchas para um desempenho melhor.O motor A18XER equipou ainda o Chevrolet Cruze, quando levante foi produzido no Brasil. Com a segunda geração sendo feita na argentina, a GM decidiu elimina-lo em prol do A14NET, que é o 1.4 Ecotec Turbo de até 153 cavalos.Oriente motor com turbo e injeção direta substituiu o 1.8 também no Tracker, mas depois o facelift de 2017. Manteve o mesmo câmbio automático, mas atualizado.O terceiro Tracker aboliu a traço A de motores e adotou uma família com conjunto de três cilindros, dotados de turbocompressor e injeção indireta de combustível, de dispêndio mais grave, mas ambos com duplo comando variável e 12V.Assim, o 1.0 Turbo entrega 116 cavalos, enquanto o 1.2 Turbo dispõe de até 133 cavalos. Ambos possuem câmbio automático GF6, o mesmo do Tracker 2015. Unicamente o 1.0 tem opção manual de seis marchas.DesempenhoO desempenho do Tracker 2015 é mediano, por justificação de seu peso enorme de 1.390 kg, sendo mais ou menos porquê o Jeep Renegade. Por conta disso, ele faz de 0 a 100 km/h em mais de 11 segundos.Ainda assim, com relações de marchas mais adequadas para o motor aspirado, ele consegue esticar até quase 190 km/h, pois, o foco da transmissão é a economia de combustível e marchas curtas aumentam o consumo.Chevrolet Tracker 1.8 AT – 0 a 100 km/h – 11,5 segundosChevrolet Tracker 1.8 AT – Velocidade máxima – 189 km/hConsumoFalando em consumo, o Tracker 2015 era muito eficiente na estrada por justificação das relações longas, garantindo quase 10 km/l no etanol e quase 12 km/l na gasolina.Já na cidade, ele apanhava mais, fazendo menos de 6,5 km/l no álcool e pouco mais de 8 km/l no derivado de petróleo. Ficaria mais eficiente com o motor 1.4 Turbo depois o facelift.Chevrolet Tracker 1.8 AT – Etanol – 6,4 km/l na cidade e 9,2 km/l na estradaChevrolet Tracker 1.8 AT – Gasolina – 8,3 km/l na cidade e 11,9 km/l na estradaTracker 2015 – manutenção e revisãoO projecto da manutenção da Chevrolet consiste em revisões a cada 10.000 km ou 12 meses. No caso do Tracker 2015, os valores alcançam R$ 4.900 até 60.000 km.É um valor supra da média do mercado e as três últimas revisões desse pacote são as mais caras. Nesses serviços são trocados diversos itens, entre eles óleo lubrificante do motor, filtro de óleo e arruela do dreno.Também são substituídos filtro de ar do motor, filtro de ar da cabine, filtro de combustível, fluído de freio, velas, correia em V, correia dentada, líquido de refrigeração, fluído da direção hidráulica, entre outros.São efetuadas inspeções em diversos itens, assim porquê também são verificadas peças e componentes de direção, suspensão e freios, além de secção elétrica. Serviços porquê alinhamento e balanceamento, funilaria e pintura, entre outros.Revisão10.000 km20.000 km30.000 km40.000 km50.000 km60.000 kmTotal1.8R$ 436,00R$ 848,00R$ 676,00R$ 980,00R$ 1.068,00R$ 892,00R$ 4.900,00Tracker 2015 – ficha técnicaMotor1.8TipoNúmero de cilindros4 em linhaCilindrada em cm31796Válvulas16Taxa de compressão10,5:1Injeção eletrônicaIndireta FlexPotência máxima140/144 cv a 6.300 rpm (gasolina/etanol)Torque sumo17,8/18,9 kgfm a 3.800 rpm (gasolina/etanol)TransmissãoTipoAutomática de 6 marchasTraçãoTipoDianteiraDireçãoTipoElétricaFreiosTipoDiscos dianteiros e tambores traseirosSuspensãoDianteiraMcPhersonTraseiraEixo de torçãoRodas e PneusRodasLiga ligeiro, aro 18 polegadasPneus215/55 R18DimensõesComprimento (mm)4.248Largura (mm)1.776Profundeza (mm)1.647Entre eixos (mm)2.555CapacidadesPorta-malas (L)306Tanque de combustível (L)55Trouxa (Kg)420Peso em ordem de marcha (Kg)1.390Coeficiente aerodinâmico (cx)0,35Tracker 2015 – fotos O que você achou desta notícia?



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