Ford Territory tem bom conjunto, mas falta identidade da marca



Apresentado no Brasil em 2018, finalmente o Ford Territory 2021 chegou ao mercado pátrio. O SUV importado da China foi estimado pelo NA em sua opção topo de risco.Focando no espaço interno, conforto, tecnologia e economia, o Territory é uma aposta da Ford para ter um resultado supra do EcoSport, embora ainda que haja espaço para mais.Custando R$ 165.900 na SEL, o Territory Titanium chega por R$ 187.900. Para tapar essa diferença, a marca americana adicionou diversos itens.Equipado com motor 1.5 Turbo de 150 cavalos e 22,9 kgfm, o Territory vem com CVT simulando 8 marchas e tração vanguarda.Por fora…Grande. O Ford Territory 2021 tem um porte avantajado e parece até maior que realmente é. A frente é muito pronunciada e curvada, tendo faróis full LED e grade em preto reluzente.O para-choque vem com luzes diurnas que também são repetidores de direção, além de faróis de neblina. As rodas aro 18 polegadas têm pneus 235/50 R18 e se harmonizam com a proposta.Nas laterais, a inflexão das janelas reforça as colunas C, que possuem vigias laterais, num design que não é o da Ford, mas da JMC, sócia chinesa da marca.Com defletor de ar proeminente na tampa, o teto parece suspenso pelas colunas C. As lanternas grandes em LED se apresentam muito no visual traseiro, que é incorporado.O Territory vem com teto solar panorâmico de série e isso dá mais status ao SUV da Ford, que também tem câmeras nos retrovisores, que possuem rebatimento elétrico e bom tamanho.Por dentro…Por fora, o Ford Territory ainda lembra um sege da marca americana, mas por dentro é outra coisa. O envolvente reflete a proposta da marca para a China e não o padrão global do operário.Ainda assim, o retoque é bom, tendo materiais de boa sensibilidade ao toque, encaixes perfeitos e sem defeitos de montagem. Imitando madeira e com epiderme bege, ele fica interessante.O quadro lembra o do Toyota Camry, mas tem cluster do dedo com três estilos, sendo o Clássico interessante, porém o Fashion é o que evidentemente faz lembrar um Ford.Ainda existe o Esportivo, com mostradores inclinados, claramente inspirado no Peugeot 3008. É muito configurável e fácil de acessar pelo volante.Já a multimídia SYNC Touch é coisa novidade. Ela mantém aquele padrão dividido em 4 áreas, mas você pode manipular movendo o meio das quatro funções, aumentando aquela desejada.Tem câmera de ré em 360 graus e animação 3D semelhante ao do Audi e-tron, que ajuda a ter uma noção do espaço em volta.As telas dos botões do ar condicionado e desembaçadores estão longe de um Ford, mas são bonitos. O túnel médio labareda atenção pela alavanca subida e comandos diversos na base.Ali você tem freio de estacionamento eletrônico (que infelizmente não destrava ao simplesmente correr), Brake Hold, modo Sport, sensores de estacionamento, estacionamento automático e alerta de fita.Se você não usar o volante para comandar volume e mídia, pode tocar na SYNC Touch ou ainda manusear um conjunto físico entre o câmbio e o porta-trecos duplo entre os bancos.O volante não é significativo, mas possui comandos de mídia, telefonia, computador de bordo e cluster. O ajuste do controle de cruzeiro adaptativo fica numa haste na pilar.Os bancos em epiderme são confortáveis e ajustam muito o corpo, sendo os dianteiros com ajustes elétricos sem memória, além de aquecimento e ventilação, levante último elogiável pela proposta.Sob o quadro, ainda existe um slot para carregamento indutivo de smartphone, mas ele não funcionou com nosso aparelho Samsung S10+. A potência varia de 5W a 15W.Falando em conectar, o Territory integra muito Android Auto e CarPlay, mas unicamente o segundo é sem fio. Ele ainda tem 4 portas USB. Com ar condicionado automático, também oferece difusores traseiros.No teto, o comando do teto e persiana exige o acionamento contínuo durante a operação. Muito espaçoso, o Territory é muito largo por dentro, além de oferecer ótimo espaço para as pernas.Detrás, escora de braço com porta-copos e luzes de leitura. O envolvente tem sete opções de cores para os feixes de LED presentes no quadro e portas, inclusive as traseiras.Já o porta-luvas é muito simples e sem iluminação. No porta-malas, cabem unicamente 420 litros até o teto. São 348 litros até a fundura dos vidros, mas com os bancos rebatidos, pode chegar a 1.120 litros.A tampa do bagageiro é manual e com o estepe fino de aro 18. Ainda existe um colete amarelo para emergências.Por ruas e estradas…O Ford Territory 2021 se confirmou com o motor chinês, o JMC JX4G15, que foi projetado pela AVL da Áustria para a JMC e labareda atenção por ter turbo e injeção direta.Com quatro cilindros, o 1.5 é descrito pela Ford porquê “EcoBoost” e “GTDI”, já que tem turbocompressor e injeção direta de combustível, mas fornido unicamente com gasolina.A Ford diz que na fita de preço do SUV, os clientes não exigem tanto essa opção maleável. De qualquer modo, ele realmente apresenta boa disposição com levante combustível.Entregando 150 cavalos a 5.300 rpm e 22,9 kgfm entre 1.500 e 4.000 rpm, ele é até muito elástico com os números. Porém, o que mata é o câmbio CVT.Sendo já mais potente que o similar para a China, o Territory para o Brasil tem simulação de oito marchas no CVT contra unicamente cinco na Ásia.Isso permite naturalmente obter melhor desempenho no dia a dia. Nas saídas, o Ford Territory é até esperto e faz o 1.5 GDTI mostrar sua força.Entretanto, conforme o giro sobe, o CVT vai revelando sua natureza e as retomadas não são boas porquê se imagina com um motor um pouco mais potente porquê esse.Há um bom deslizamento de correias, o que é perceptível com o aumento do giro do motor, sem a mesma resposta em prontidão. Não é um defeito do sege, já que é logo que funciona o CVT.Pode-se ainda explorar o modo Sport e ver a rotação permanecer em média 1.000 rpm supra, porém, não conseguimos manter uma rotação supra do 5.300 rpm, onde fica a potência máxima.Também se pode usar as mudanças manuais na alavanca, mas não vai muito longe disso. No dia a dia, o Ford Territory mostrou que o ideal é deixar em Drive e seguir em frente.Nas ultrapassagens ele vai muito até, mas sempre com um bom aumento de giro do motor e o soído característico, que mostra o deslizamento do CVT.Não é um sege com pouca oferta de força, pelo contrário, ele anda até que muito. Um câmbio automático até mesmo de seis marchas, daria resultados melhores.Ainda assim, poderíamos ver seu bom consumo ruir. Rodando entre 1.500 e 2.000 rpm na cidade, o SUV da Ford se mostrou até econômico, fazendo ótimos 11,6 km/l.Na estrada, ele fez bons 15,1 km/litro, o que permite rodar 785 km com um tanque. Rodando a 110 km/h, o mostrador do dedo fica em unicamente 1.700 rpm, revelando uma relação muito longa.Tendo um bom isolamento acústico, um dos quatro itens principais alterados pela Ford, ele agradou.Com motor, câmbio e acústica testada em 103.000 km de rodagem pelo Brasil, o Ford Territory teve também sua suspensão recalibrada para nossa verdade.Não é um sege com suspensão firme porquê do Tiguan, um de seus rivais. O foco é no conforto, por isso, ela é mais macia, filtrando muito as irregularidades em pisos ruins.Com bom curso, não bate sequioso e passa em todas as lombadas, até aquelas animalescas. No entanto, ela poderia ser mais firme para seguir a direção elétrica, que é muito imediata.Gostosa, ela torna as reações mais rápidas e agradáveis. O conjunto até acompanha, criando uma boa dinâmica de meio, mas um pouquinho mais de rigidez nas molas seria interessante.Os freios também atendem muito, assim porquê o controle de cruzeiro adaptativo com Stop & Go. O alerta de fita unicamente toca o rebate e não corrige a direção.Ele ainda vem com alerta de colisão com frenagem de emergência, que não tivemos a oportunidade de testar, felizmente…O estacionamento automático é também muito fácil de operar e é daqueles que faz milénio movimentos para deixar o sege certinho na vaga.Tudo observado pelo cluster e multimídia. Falando nela, a animação 3D pode ser usada até 20 km/h.Por você…Com ótima posição de guiar, o Ford Territory é uma proposta interessante da marca, embora não seja de traje um resultado nascido para levar o oval azul na grade.Para um não entusiasta, o SUV de porte médio não fará mal-parecido, mormente para quem quer exibir um “carrão”, dadas suas dimensões laterais de 1,93 m, sem os retrovisores!É muito completo e tem uma multimídia intuitiva e muito funcional, além de retoque bom. Peca pela não simetria com a marca, carecendo de uma identidade, porquê a maioria dos chineses.Ainda assim, sem pretensões de desempenho ou sincronia com a marca, o Ford Territory é uma escolha interessante, mas é bom considerar seus rivais para fechar uma epílogo.A marca comparou-o com Jeep Compass e VW Tiguan, mas existem vários rivais no cenário. Para quem buscava uma opção além do EcoSport, dentro da Ford, encontrou.Medidas e números…Ficha Técnica do Ford Territory Titanium 2021Motor/TransmissãoNúmero de cilindros – 4 em risco, turboCilindrada – 1490 cm³Potência – 150 cv a 5.300 rpm (gasolina)Torque – 22,9 kgfm a 1.500 rpm (gasolina)Transmissão – CVT com simulação de oito marchas e mudanças manuais na alavancaDesempenhoAceleração de 0 a 100 km/h – 11,8 segundosVelocidade máxima – NDRotação a 110 km/h – 1.700 rpmConsumo urbano – 11,6 km/litro (gasolina)Consumo rodoviário – 15,1 km/litro (gasolina)Suspensão/DireçãoDianteira – McPherson/Traseira – MultilinkElétricaFreiosDiscos dianteiros e traseiros com ABS e EDBRodas/PneusLiga ligeiro aro 18 com pneus 235/50 R18Dimensões/Pesos/CapacidadesComprimento – 4.580 mmLargura – 1.936 mm (sem retrovisores)Profundidade – 1.674 mmEntre eixos – 2.716 mmPeso em ordem de marcha – 1.632 kgTanque – 52 litrosPorta-malas – 420 litrosPreço: R$ 187.900Ford Territory Titanium 2021 – Galeria de fotos O que você achou desta notícia?



Fonte

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

dez + 1 =